A economia ligada à cultura funciona como motor de desenvolvimento para o País

Sabia que as bibliotecas estão inseridas no conceito de economia criativa por englobarem em suas atividades inovação, criatividade, cultura, artes, games, tecnologias, música, audiovisual? Elas fazem parte da economia da cultura, que abarca o rol de atividades relacionadas à produção cultural de uma região ou país. Em muitos países, esse conjunto é tratado como um eixo estratégico de desenvolvimento. Quem aborda o tema, na trilha da Inovação, é o palestrante Cláudio Lins de Vasconcelos, com a mediação de Christiano Lima Braga, coordenador da Unidade de Difusão, Bibliotecas e Leitura (UDBL), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do estado. Quer saber mais? Não perca este debate!

Jogar e educar podem rimar

Os jogos são excelentes oportunidades de mediação entre o prazer e o conhecimento. Partindo deste princípio, os professores Francisco Tupy, da FAAP, Ivelise Fortim, da PUC-SP e Pedro Zambon, da Unesp, integram uma mesa-redonda, para discutir “Games e literatura: conexões para construir conhecimento”. Na conversa, irão falar sobre a importância dos games no dia a dia e qual a relação existente entre jogos digitais e educação. Um assunto que interessa leitores, professores, estudantes. Participe!

Pare e ouça: podcast é uma novidade na área da comunicação que permite que os conteúdos sejam transmitidos em áudio

Biblioteca é lugar de conhecimento. E ele pode estar nos livros, nos filmes, nos videogames e nos áudios! E aqui entram os podcasts e os podcasters – aqueles que produzem esses conteúdos que podem ser acessados a partir do smartphone, do tablet e do computador, de forma gratuita, e ouvidos no momento de escolha do ouvinte na internet ou nos aplicativos.

O podcast é um canal de áudio pouco explorado, tanto pelo público quanto pelos comunicadores. Alguns feras deste mercado participam da mesa-redonda “Escuta aqui: podcasts e literatura”, mediada por Giovanna Sant’Ana, coordenadora de projetos culturais da SP Leituras, e compartilham com o público seus conhecimentos. Cada participante dá o seu tom, escolhe a sua linguagem. Em Caixa de Histórias, Paulo Carvalho, lê e dramatiza trechos de livros. Já em As Desqualificados, a dupla Camila Cabete e Beatriz Aleves comenta, entrevista e dialoga com entrevistados. E em O Lado Negro da Força, Augusto Oliveira destaca o ponto de vista de negros nas áreas de cinema, quadrinhos, séries. O mais interessante é ouvir a riqueza que eles oferecem. Vai ficar de fora dessa?

O ponto de mutação

Sven Instinske é chefe de serviços eletrônicos da Bücherhallen Hamburg, a biblioteca central da segunda maior cidade da Alemanha. Sua participação no 11º Seminário Internacional Biblioteca Viva acontece em duas etapas. Dará um curso e fará a palestra “A gamificação e o compartilhamento digital na biblioteca Bücherhallen de Hamburgo”, com mediação de Luciano Borges Almeida (Senac SP/Unirp).

A gamificação, essa palavra esquisita, é uma linguagem que faz uso do design e da mecânica

de jogos para enriquecer contextos diversos com o objetivo de instruir, influenciar comportamentos e incentivar a conquista de resultados práticos. Este recurso lúdico pode ser usado, segundo o palestrante, em favor dos leitores.

Formado em biblioteconomia, Instinske defende que as formas digitais de oferecer serviços nos espaços de leitura são decisivas para sua sobrevivência. Além disso, ele quer trazer para o debate a importância de as bibliotecas garantirem acesso unificado ao conhecimento.

Na sua apresentação ressalta o ponto de mutação: a biblioteca estava concentrada em seus recursos, mas agora seu foco é o ser humano. Não perca a oportunidade de participar deste diálogo. Inscreva-se agora!

O encontro amoroso de Pedro Bandeira com a literatura

O santista Pedro Bandeira é um dos escritores mais conhecidos da literatura infantojuvenil brasileira. Na infância, o garoto introspectivo e asmático lia gibis escondido dos avós. Antes de se tornar escritor, ele percorreu um longo caminho. Trabalhou em teatro profissional, onde fez amizade com o dramaturgo Plínio Marcos e a escritora, poeta e militante política Patrícia Galvão, a Pagu. Foi, ainda, ator de comerciais de televisão e jornalista. Em 1983 deixou todos os outros talentos para trás para dedicar-se, exclusivamente, a ser escritor em tempo integral, produzindo uma obra voltada às crianças e aos jovens.  Mas por que o livro, as palavras, as histórias? Para saber essa e outras respostas, participe do bate-papo  mediado pela jornalista Chis Maksud, que acontece no 11º Seminário Internacional Biblioteca Viva. Não perca!

Sabe o que é um “booktuber” e porque seu trabalho é tão interessante?

Essa turma é alucinada por literatura e faz dessa paixão o seu ganha-pão.  Cada um deles, com um estilo próprio, fala sobre livros, autores, literatura…tudo na internet. A conversa com os booktubers Tamy Ghannam, Patricia Anunciada, Augusto Assis e Tatiany Leite promete ser animada. Eles contam o que está por trás desse ofício de manter um canal na web com produção regular de conteúdo, criar uma linguagem original e atrair um público que acompanha as novidades bem de perto. Há grandes chances de você sair do Seminário muito entusiasmado com esta ideia.

O que a oferta de serviços digitais pode fazer por sua biblioteca?

Quem traz algumas pistas para responder à pergunta é o lituano Eugenijus Stratilatovas. Para ele, a tecnologia é uma grande aliada das bibliotecas. Videogames e ambientes interativos são, do seu ponto de vista, necessários. O palestrante, que fala sobre “Videogames e ambientes interativos em bibliotecas: por que precisamos deles?”, explica como é possível mudar a dinâmica dos espaços de leitura ao prestar serviços digitais.

Stratilatovas carrega uma experiência significativa de ter gerenciado um dos maiores projetos de inovação social da Lituânia, “Bibliotecas para inovação 2”, (em inglês, “Libraries for Innovation 2”) financiado pela Fundação Bill e Melinda Gates, que mudou a forma de pensar o desenvolvimento de serviços centrados no usuário em 57 bibliotecas municipais do seu país. Ficou curioso para saber o que mudou por lá? Então, inscreva-se já no 11º Seminário Internacional Biblioteca Viva!

Você sabe o que é Gamificação?

É o uso do design e da mecânica de jogos para enriquecer contextos diversos não relacionados a jogos, com o objetivo de instruir, influenciar comportamentos e incentivar a conquista de resultados práticos.

Simplificando tudo: para tornar mais atraentes as atividades do dia a dia aos profissionais mais jovens, especialmente da Geração Y, nascida nas últimas décadas do século passado, e acostumada com ambientes virtuais, criam-se atividades lúdicas que empregam a mesma linguagem para instruir, motivar e alcançar objetivos pré-estabelecidos.

Como os jovens dominam esse ambiente, são utilizadas estratégias de jogos para estimular instintos básicos saudáveis para obter seu engajamento, tais como a competição, recompensa, pontuação, milhagem, moedas virtuais e outros.

A gamificação vem sendo largamente utilizada por empresas, instituições e bibliotecas em todo mundo para transformar momentos de trabalho e estudo em algo agradável, cativante e participativo como os jogos virtuais. A intenção é motivar colaboradores, clientes e usuários, tanto para executar tarefas rotineiras, como para interagir com outras pessoas em processos coletivos de aprendizado.

O Seminário Biblioteca Viva vai tratar desse tema em dois cursos especiais.

Você vai ver como na prática tudo é mais simples e divertido.

Faça a sua inscrição gratuita em https://bibliotecaviva.org.br/

 

A força para inovar e quebrar estereótipos

 

Novos nomes, novas abordagens. Participam desse encontro, na trilha da Inovação, Maria Valéria Rezende, escritora de ficção, poesia e ex-missionária, que nos anos 60 dedicou-se à educação popular, e Andreza Delgado e Gabrielly Oliveira, integrantes do PerifaCon, evento que celebra a cena periférica de quadrinhos, games, cosplay e audiovisual de São Paulo. Elas são e dão voz à diversidade de idades, experiências, referências e vivências. Em comum, têm a força de quebrar estereótipos. De um lado, Maria Valéria está à frente do movimento Mulherio das Letras – primeiro grupo literário nacional voltado para a reunião, revelação e para o auxílio de mulheres ligadas às letras – sejam elas escritoras, editoras, acadêmicas ou mesmo designers. De outro, Andreza e Gabrielly trabalham para que a cultura negra e periférica esteja representada no mundo nerd e geek.

As bibliotecas na era da revolução digital

Uma parafernália tecnológica que envolve a internet, os smartphones e os games está transformando as bibliotecas para melhor. Aliás, os games  não servem apenas para jogar. Mas são uma linguagem lúdica que pode ser usada para aperfeiçoar o engajamento dos jovens. O uso do design e da mecânica de jogos é um recurso que serve para enriquecer contextos diversos não relacionados a jogos, com o objetivo de instruir, influenciar comportamentos e incentivar a conquista de resultados práticos. Se você quer aprofundar conhecimentos nessa área, não perca a oportunidade de participar dos cursos especiais que acontecem no 11º Seminário Internacional Biblioteca Viva com os convidados Eugenijus Stratilatovas, da Lituânia e Sven Instinske, da Alemanha. Os palestrantes compartilharão com o público como usam a tecnologia de forma positiva nas bibliotecas de seus países.